Group of senior people performing water aerobics in a swimming pool

A relação entre o exercício físico e o combate ao diabetes

No dia 27 de junho, é celebrado o Dia Internacional do Diabético. Cerca de 5,6% da população adulta maior de 18 anos no Brasil possui o diagnóstico médico de diabetes, segundo pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde. A boa notícia é que a atividade física é um excelente aliado tanto no combate quanto no tratamento da doença.

A prática regular de atividades físicas melhora o aproveitamento da glicose pelos músculos, reduzindo a necessidade das doses de medicamentos utilizados e ajudando a prevenir problemas associados ao diabetes, como alterações na retina, vasos sanguíneos, nervos, rins e coração. A curto prazo, ocorrem os efeitos chamados metabólicos, como aumento da ação da insulina (que metaboliza o açúcar disponível no organismo), o que melhora a performance e a diminuição da glicose sanguínea.

Já a longo prazo, os exercícios são capazes de melhorar as funções cardiorrespiratórias, aumentar os níveis do colesterol bom (HDL) e reduzir o colesterol ruim (LDL), além de também abaixar os níveis de triglicerídeos e gordura corporal. Todas essas vantagens resultam no controle mais eficaz do diabetes. O diabético que se exercita, respeitando as condições físicas e complicações decorrentes da doença, tem um melhor controle da pressão arterial, diminui a ansiedade e a depressão e reduz sensivelmente o desenvolvimento de complicações relacionadas a doenças cardiovasculares.

Senior woman walking

Uma pesquisa recente realizada no Centro Médico Universitário de Leiden, na Holanda, apontou que a atividade física regular é capaz de diminuir a quantidade de gordura ao redor de órgãos vitais como coração, fígado e rins em pacientes com diabetes tipo 2, quando não há necessidade do uso de insulina para o controle da doença. Os testes foram feitos em 12 pessoas por meio de ressonância magnética e mostram que a redução da gordura está associada a uma menor ocorrência de complicações do diabetes como o infarto do miocárdio.

É importante ressaltar que a frequência e a intensidade do exercício depende da saúde e das características de cada pessoa. De modo geral, entretanto, a preferência é de exercícios aeróbicos, que podem ser mantidos por um período de tempo relativamente longo e que movimentam grandes grupos musculares, como os encontrados nas coxas, pernas e braços. São exemplos destas atividades caminhada, corrida, natação, hidroginástica e ciclismo.

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